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Editorial
Neste número de A Cadeira, uma nova seção soma-se às até então existentes. Trata-se de Prata da casa, destinada a abrigar textos de Acadêmicos Titulares da Academia Niteroiense de Letras. Fragmentos de um interessante trabalho literário de Maria Apparecida Picanço Goulart dá início a essa nova abordagem. Admiradora do haicai, amante da trova, ela parte de um para chegar ao outro. A esse respeito, Luís Antônio Pimentel assim se pronunciou: “A trova e o haicai, as duas menores formas canônicas da poesia universal, têm, em Maria Apparecida Picanço Goulart, uma de suas mais sensíveis e brilhantes poetas. Manejando com mestria as redondilhas maior e menor, como vemos em seu livro Mutações, sentiu-se à vontade para criar magníficos haicais sabendo a trova e trovas sabendo a haicai”. Em Perfil biográfico, acampam dados relativos aos acadêmicos Renato Augusto Farias de Carvalho e Luís Antônio Pimentel. Na Resenha literária, Wanderlino Teixeira Leite Netto tece comentários a respeito de Ávida palavra, livro da autoria de Lena Jesus Ponte. Na seção MPB, um enfoque literário, a abordagem do acadêmico Sandro Rebel, em parceria com o também acadêmico Lauro Gomes de Araújo, que no número anterior enfocou Tom Jobim, volta-se agora para Dorival Caymmi. Em conformidade com os números anteriores, a seção ANL informa dá o fecho à revista. Para voltar ao índice, clique em Revista virtual.
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