Academia Niteroiense de Letras


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Em destaque: Concurso Literário

   

Perfis biográficos

Cadeira 5 (VAGA)

 Renato Augusto Farias de Carvalho (ocupante da Cadeira 6 da ANL).

Nasceu em Manaus/AM no dia 30 de junho de 1935. Em sua terra natal, estudou no Colégio Salesiano Dom Bosco. Na cidade do Rio de Janeiro/RJ, para onde se mudou em janeiro de 1952, continuou seus estudos no Colégio Andrews, tendo participado do Grêmio Acadêmico, que ajudou a fundar. No início de 1978, passou a residir em Niterói/RJ. Graduou-se em Letras (Língua e Literatura – Português/Francês) na então Faculdade de Humanidades Pedro II (FAHUPE). Pós-graduou-se em Administração Pública na Fundação Getúlio Vargas. Exerceu diversas funções e cargos na Previdência Social (Direção Geral – RJ), aposentado-se em 1989. Publicou os seguintes livros: Porto de Ocasos (ficção/memórias. 1998. Editora Cromos), Poesia-do-que-eu-quis (poemas. 2002. Editora Cromos) e Vinho e Verso (poemas. 2005. Ed. Valer). Além de pertencer ao quadros da ANL, é membro do Cenáculo Fluminense de História e Letras e da Associação Niteroiense de Escritores. Entre as diversas medalhas já recebidas, destacam-se a José Cândido de Carvalho (conferida pela Câmara Municipal de Niterói) e a do Mérito Cultural Belas Artes (conferida pala Associação Fluminense de Belas Artes). Participou, como entrevistado, do projeto “Personalidades de Niterói”, iniciativa da Associação Atlética do Banco do Brasil – AABB/Niterói. Autor dos enredos carnavalescos “Jorge Amado – do País do Carnaval à Tieta do Agreste” (1978) e “E agora malandro? – Você ganhou a loteria!” (1979), desenvolvidos para Escolas de Samba de Niterói, e de monografia sobre o Clube da Madrugada (movimento cultural de escritores amazonenses nos anos 1950). Das muitas palestras proferidas, destacam-se: “Teatros do Brasil” (participação de Beatriz Chacon e Thuany Feu de Carvalho), “Fagundes Varela”, “Cora Coralina e Manoel de Barros (participação de Gracinda Rosa e Lena Jesus Ponte), “Xavier Placer, 50 anos de literatura”, “Adelino Magalhães, e o pré-modernismo”, “Cora Coralina e Florbela Espanca, um encontro tão possível”, “Articulação poética aproximando Luís Barcellar e Jorge Tufic” e “Lindalva Cruz e suas composições amazônicas”. É autor de contos e crônicas publicados em jornais e revistas e de alguns prefácios. Possui textos em antologias.

 Luís Antônio Pimentel (ocupante da Cadeira 7 da ANL)

             Escritor, jornalista, professor, historiador, nasceu no município fluminense de Miracema em 29 de março de 1912. Ciranda, cirandinha, seu primeiro livro, é de 1933. Viveu no Japão na época da Segunda Guerra Mundial, onde, em 1940, teve publicado o livro Namida no kitô. De volta ao Brasil, seguiram-se: Contos do velho Nipon (1940), Doze dias com Leviana (1944), Tankas e haicais (1952), A curiosa dos olhos doces (1957), A ovelha e o pastor (1974), Eles nasceram em Niterói (1974), Topônimos tupis de Niterói (1980 / 1988 / 2001), Provérbios populares (1982), Praias de Niterói (1982), Corpo falado (1985), Cantigas para o povo (1987), Estuário (2000) e Haicais onomásticos (2007). Textos de sua autoria, ilustrados por Miguel Coelho, constam do álbum 14 igrejas que contam a história de Niterói (1986). Contribuiu para o álbum Fortes de Niterói – sentinelas históricas da Vila Real da Praia Grande, igualmente ilustrado por Miguel Coelho. Tem textos publicados em antologias, jornais e revistas. Em 1991, recebeu, do Grupo Mônaco de Cultura, o título de Intelectual do Ano. Em sua coluna “Artes Fluminenses”, publicada em A Tribuna e no Jornal de Icaraí, traça perfis biográficos. Co-fundador da Associação Niteroiense de Escritores, integra também os quadros da Academia Fluminense de Letras. Possui o título de Cidadão Honorário de Niterói e é detentor, entre outras, das medalhas José Cândido de Carvalho (concedida pela Câmara Municipal de Niterói) e Tiradentes (concedida pela Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro). Em 1998, teve vida e obra retratadas por Alaôr Eduardo Scisínio no livro Um tupiniquim na Terra do Sol Nascente. No ano de 2004, com organização de Aníbal Bragança, a Niterói Livros, reuniu a obra de Luís Pimentel em três volumes: Enciclopédia de Niterói (pessoas, lugares, histórias); Prosa e poesia reunidas e Crônicas do rádio.

 

    

Editorial

 

            Neste número de A Cadeira, uma nova seção soma-se às até então existentes. Trata-se de Prata da casa, destinada a abrigar textos de Acadêmicos Titulares da Academia Niteroiense de Letras. Fragmentos de um interessante trabalho literário de Maria Apparecida Picanço Goulart dá início a essa nova abordagem. Admiradora do haicai, amante da trova, ela parte de um para chegar ao outro. A esse respeito, Luís Antônio Pimentel assim se pronunciou: “A trova e o haicai, as duas menores formas canônicas da poesia universal, têm, em Maria Apparecida Picanço Goulart, uma de suas mais sensíveis e brilhantes poetas. Manejando com mestria as redondilhas maior e menor, como vemos em seu livro Mutações, sentiu-se à vontade para criar magníficos haicais sabendo a trova e trovas sabendo a haicai”.

            Em Perfil biográfico, acampam dados relativos aos acadêmicos Renato Augusto Farias de Carvalho e Luís Antônio Pimentel.

            Na Resenha literária, Wanderlino Teixeira Leite Netto tece comentários a respeito de Ávida palavra, livro da autoria de Lena Jesus Ponte.

            Na seção MPB, um enfoque literário, a abordagem do acadêmico Sandro Rebel, em parceria com o também acadêmico Lauro Gomes de Araújo, que no número anterior enfocou Tom Jobim, volta-se agora para Dorival Caymmi.

            Em conformidade com os números anteriores, a seção ANL informa dá o fecho à revista.

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