Academia Niteroiense de Letras

 

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Perfis biográficos

Maria Elizabeth.Maia do Valle Monteiro de Barros(ocupante da Cadeira 8).

 

            Nasceu no dia 17 de dezembro de 1953 no município de Niterói (RJ). Estudou piano, balé e violão. Participou de festivais de música popular brasileira. Compôs, em pareceria com Ayrton Pereira da Silva, várias canções. Concluiu os cursos ginasial e normal no Colégio São Vicente de Paulo em sua cidade natal. Licenciou-se e bacharelou-se em Psicologia e Formação de Psicólogo. Pós-graduou-se em Sexualidade Humana pela Universidade Gama Filho. Em 1986, participou do curso de extensão universitária do Colégio Freudiano do Rio de Janeiro. Freqüentou, em 1988/89, o Curso de Formação Psicanalítica da Escola de Psicanálise de Niterói. Em 1988, atuou na área de Recursos Humanos (recrutamento, seleção e treinamento de pessoal). No mesmo ano, iniciou sua atuação na área da Psicologia Clínica, na qual milita até hoje. Nos anos 1990, ministrou os cursos “Psicologia da auto-imagem” e “Distúrbios emocionais, suas causas, sua cura” em parceria com o neurologista Carlos Alberto Monteiro de Barros, com quem se casou, vindo a enviuvar dez anos depois. Antes, fora casada com Amaury Perlingeiro, com quem teve duas filhas, uma das quais lhe deu um casal de netos. Por conta da perda provocada pela viuvez, iniciou-se na prosa poética. Em 2003, tomou posse no Cenáculo Fluminense de História e Letras (cadeira nº 40, patronímica de Machado de Assis). Na Academia Niteroiense de Letras, ocupa, desde 2005, a cadeira nº 8, que tem Lopes Trovão como patrono. Publicou, em 1992, o livro Tempo de viver (na área da Psicologia Clínica). Em 1995, A revelação (na área da Sexualidade Humana). Em 2001, Quem sou eu, quem é você? (na área existencialista humanista). Em 2007, Mamãe, posso namorar pelado? (sobre a sexualidade na infância e na adolescência e endereçado a pais e educadores). Recebeu, em 1995, concedida pela Câmara Municipal de Niterói, a Medalha Felisberto de Carvalho. Durante o ano de 2006, atuou como apresentadora do “Programa Grupo Mônaco de Cultura”, levada ao ar pela TV NET, canal 17. Em 2007, estreou como autora teatral com o monólogo “A plastificada”.

 

Aloysio Tavares Picanço (ocupante da Cadeira 9)

 

Nasceu no dia 10 de março de 1922 em Conceição de Macabu, distrito do município fluminense de Macaé. Na Faculdade de Direito de Niterói (RJ), em 1946, colou grau de bacharel. Como universitário, participou ativamente das ações do Centro Acadêmico Evaristo da Veiga, que chegou a presidir. Colaborou em O Gládio, jornal estudantil da Faculdade. Iniciou-se na profissão como advogado da Caixa Econômica Federal, onde atingiu as culminâncias de consultor jurídico. Integrou, por dez anos, as Comissões de Seleção e Prerrogativas e de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RJ), de cujo Conselho fez parte. Presidiu o Instituto dos Advogados Brasileiros. Pertence à Academia Internacional de Jurisprudência e Direito Comparado e à Academia Brasileira de Ciências Morais e Políticas. É expressiva e fecunda sua contribuição às letras jurídicas. São de sua autoria os seguintes livros: Arbítrio e liberdade (que mereceu carta elogiosa do cardeal Casaroli, secretário de Estado do Vaticano, em nome do Papa João Paulo II); Necessidade da Assembléia Nacional Constituinte; Justiça social e a convenção americana sobre direitos humanos; Voto do analfabeto; A Ordem dos Advogados do Brasil e a Assembléia Nacional Constituinte em face das liberdades públicas e civis; Maioridade aos 18 anos; Anistia (parecer proferido na OAB do Rio de Janeiro no dia 23 de fevereiro de 1978, abordagem pioneira sobre a matéria, ainda nos tempos do governo militar implantado em 1964); Levy Carneiro, André de Faria e a Ordem dos Advogados do Brasil; Inteligência e Cultura; Arbítrio e Liberdade; 500 Anos da revelação do Brasil ao mundo; 4 jurisconsultos brasileiros; Vultos e fatos. Foi distinguido com medalhas pelo parlamento alemão e pela Associação Internacional dos Advogados (sediada em Paris). É detentor da Ordem do Mérito Araribóia e das seguintes medalhas: do Poder Judiciário; Tiradentes; José Cândido de Carvalho; Jubileu de Ouro da Academia Niteroiense de Letras; Honra ao Mérito José Siqueira da Silva. Além de pertencer à ANL, integra os quadros do Cenáculo Fluminense de História e Letras e das Academias Carioca de Letras, Fluminense de Letras e Brasileira de Literatura. Em 2005, o Grupo Mônaco de Cultura outorgou-lhe o título de Intelectual do Ano.

 

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