Academia Niteroiense de Letras

 

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Perfis biográficos

Jorge Fernando Loretti (ocupante da Cadeira 10)

 

            Atual presidente da Academia Niteroiense de Letras, nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) no dia 25 de agosto de 1924. Cursou o primário nos grupos escolares Prudente de Moraes e General Trompowski. Começou o secundário no Colégio Santo Inácio, em sua terra natal, mas foi concluí-lo no Colégio Salesiano Santa Rosa, em Niterói (RJ). No Liceu Nilo Peçanha, na antiga capital fluminense, cursou o complementar de Direito. Exerceu os cargos de vice-presidente e presidente da União Nacional dos Estudantes e presidiu a União Fluminense dos Estudantes. Na Faculdade de Direito de Niterói, em 1946, colou grau de bacharel. Na Faculdade Nacional de Direito, fez o doutorado. Presidiu a Campanha Nacional de Escolas da Comunidade, no antigo Estado do Rio de Janeiro, e integrou o Diretório Nacional da mencionada entidade. Foi professor, regente de cátedra e titular da disciplina Estudo dos Sistemas Econômicos Comparados e professor titular do Departamento de Direito Público na Faculdade de Economia, mais tarde Curso de Economia do Centro de Estudos Sociais Aplicados da Universidade Federal Fluminense (UFF), onde também integrou a Comissão de Legislação e Normas do Conselho Universitário, a Comissão de Ensino, presidiu o Conselho de Ensino e Pesquisa e dirigiu o Centro de Estudos Sociais Aplicados. Exerceu, na UFF, o cargo de consultor especial da Reitoria. Dirigiu regionalmente o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC/RJ). Integrou bancas examinadoras em concursos públicos para juiz de Direito, professor titular e livre docente da UFF e da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Fez parte do conselho consultivo e coordenou a área de Direito Público da Escola de Magistratura do Estado do Rio de Janeiro (EMERJ). Participou dos Conselhos Regional e Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). É membro do Instituto dos Advogados Brasileiros, tendo presidido sua seção fluminense. Atuou como delegado perante a Justiça Eleitoral. No governo do Estado do Rio de Janeiro, exerceu os cargos de secretário de Estado da Administração Geral, chefe do Gabinete Civil (por duas vezes) e secretário do Interior e Justiça (também em duas ocasiões). Foi secretário-geral da Comissão de Planejamento do Estado do Rio de Janeiro e presidente da Junta Regional de Geografia e Estatística. Desembargador do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, integrou a 5ª Câmara Cível, o 4º Grupo de Câmaras Cíveis, a Seção Cível, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça/RJ, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (após a fusão dos Estados do Rio de Janeiro e da Guanabara) e o Conselho de Magistratura/RJ, os quais presidiu. Atuou como membro suplente e titular do Tribunal Regional Eleitoral/RJ, além de o haver presidido. É chanceler do Centro Universitário Plínio Leite (UNIPLI) e consultor jurídico do Escritório de Advocacia Sérgio Bermudes. Autor de Cadernos de Direito Privado, publicado pela imprensa universitária da UFF. Detentor da medalha Jubileu de Ouro da Academia Niteroiense de Letras e de inúmeros outros lauréis. Pela Fundação Getúlio Vargas, teve publicado o livro Um depoimento.

 

Hilda da Silva (ocupante da Cadeira 11)

 

            Nasceu na cidade do Rio de Janeiro (RJ) em 16 de junho de 1941. Concluiu os estudos secundários na Escola Estadual Paulo de Frontin no ano de 1959. Em 1980, na Universidade Federal Fluminense (UFF), formou-se em Língua Portuguesa e Literaturas. Proferiu, nesse mesmo ano, palestras no Real Gabinete Português de Leitura como participante do então nascente movimento de estudos sobre a literatura angolana. Participou, sob a orientação do filólogo e escritor Antônio Houaiss, da confecção do Dicionário de língua portuguesa. Em 1991, sob a supervisão do professor Gladstone Chaves de Melo, contribuiu para a tradução do livro La fé de la Iglesia Catolica, do padre Ingo Döllinger. Além de pertencer à ANL, integra os quadros da Academia Fluminense de Filosofia (co-fundadora), da Academia Pindamonhangabaense de Letras e da Sociedade Brasileira de Geografia, pela qual foi agraciada com o título de Comendadora do Mérito Geográfico. Publicou os livros Sempre viva e palavra-pão (poesia – 1993), Tempo de agonia (1995) e Sempre é tempo de Natal (2003).

 

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