Academia Niteroiense de Letras

 

Menu  
Diretoria
Conselho Fiscal
Histórico
Patronos
Atuais Acadêmicos
Ex-Acadêmicos
Principais eventos
Biblioteca
Programação
Endereço
Trabalhos Literários
Revista Virtual
Fale Conosco
 
 

   

Perfis biográficos

 

Aníbal Francisco Alves Bragança (ocupante da Cadeira 05).

 

Nasceu em Santa Maria da Feira (Portugal), em 16/07/1944. Vive no Brasil desde 1956, residindo em Niterói (RJ) desde então. Foi bancário e livreiro-editor, tendo fundado e dirigido algumas livrarias em Niterói, das quais se podem destacar a Diálogo e a Pasárgada. Foi titular da Secretaria Municipal de Cultura de Niterói (1989-1990). Bacharel em História pela UFF (Universidade Federal Fluminense), onde é docente desde 1985, vinculado atualmente ao Departamento de Estudos Culturais e Mídia e ao Programa de Pós-graduação em Comunicação, do Instituto de Arte e Comunicação Social – IACS. É bolsista e consultor ad hoc do CNPq – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, do Ministério da Ciência e Tecnologia. Mestre e doutor em Ciências da Comunicação, pela ECA/USP, coordena o Núcleo de Pesquisa sobre Livro e História Editorial no Brasil (LIHED) na UFF e o Núcleo de Pesquisa "Produção Editorial", da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom). Foi coordenador do: Grupo de Trabalho "Produção Editorial, Livro e Leitura", da mesma Intercom (1996-1999); do Núcleo "Publicações e Leituras", do Pólo de Pesquisa sobre Relações Luso-Brasileiras, do Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro (2001-2003), e Diretor Científico e Coordenador-geral dos Núcleos de Pesquisa da Intercom (2002-2005). Autor da tese Eros pedagógico: A função editor e a função autor, sob a orientação do Prof. Dr. Virgílio Noya Pinto, defendida na ECA/USP, em 2001, inédita em livro, e de Livraria Ideal, do cordel à bibliofilia, Niterói, 1999, editado pela Pasárgada/Eduff, co-organizador de A profissão do poeta & Carta aos livreiros do Brasil, Niterói, 2001, Comunicação, acontecimento e memória, S. Paulo, 2005, dentre outros livros; tem vários artigos publicados em livros e revistas acadêmicas da área, no Brasil e em Portugal, e resenhas publicadas no Caderno Idéias do Jornal do Brasil, Rio de Janeiro. Integra o conselho editorial de revistas acadêmicas brasileiras, como a INTERCOM – Revista Brasileira de Ciências da Comunicação, Em Questão (da FABICOS/UFRGS), MATRIZes (da ECA/USP). Participou de várias bancas, de mestrado, doutorado e de concursos. Organizou e participou de comissões científicas e organizadoras de vários congressos e seminários, destacando-se o I Seminário Brasileiro sobre Livro e História Editorial, em 2004, na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro, e o Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. Edita o blog Ler, escrever e contar: http://ler-e-escrever.blogspot.com e o sítio virtual www.uff.br/lihed .Recebeu algumas honrarias e prêmios, destacando-se a Comenda da Ordem do Mérito, conferida pela Presidência da República de Portugal, o título de Cidadão Honorário da cidade de Niterói, a Medalha José Cândido de Carvalho e a Medalha Professor Felisberto de Carvalho, conferidos pela Câmara Municipal de Niterói, de Sócio Benemérito, conferido pelo Real Gabinete Português de Leitura do Rio de Janeiro, de Intelectual do Ano 2007-2008, conferido pelo Grupo Mônaco de Cultura (Niterói) e o Prêmio Intercom (1996) para a melhor dissertação do ano na área de Editoração. Eleito em 2008 para a Academia Niteroiense de Letras e para o Pen Clube do Brasil. Mais informações no Currículo Lattes (CNPq): http://lattes.cnpq.br/2088471544837209

 

Vera de Vives (Ocupante da Cadeira 12).

 

            Professora, jornalista, cronista. Aos dezessete anos, já lecionava. Atuou em educandários tradicionais como o Liceu Nilo Peçanha, em Niterói (RJ), e o Colégio Pedro II, na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Após graduar-se em Filosofia e Línguas Neolatinas, conquistou, em 1951, bolsa de estudos na Universidade de Sorbonne, na França, onde permaneceu por dois anos. Em 1961, o jornal Itaboraiense publicou suas crônicas, o que despertou a atenção do jornalista Alberto Torres, diretor-presidente do Grupo Fluminense de Comunicação. Passou, então, a cronista de O Fluminense. Coletânea desses escritos para o jornal niteroiense deu origem ao livro Niterói de Badezir, publicado em 1970. Em 1975, com a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, transferiu-se para o Departamento de Cultura do novo estado da federação, quando organizou o 1º Encontro Estadual de Bandas de Músicas Civis e a 1ª Festa do Folclore do Município de Duas Barras (RJ). Empenhada em desvendar as tradições da terra fluminense, percorreu a maioria de seus municípios. Pesquisou folclore e artesanato, trabalho que durou dois anos e resultou no livro O homem fluminense. Os exemplares de artesanato então coletados propiciaram-lhe a montagem da exposição As Mãos do Povo, que circulou por todo o estado. Considerada profunda conhecedora do modo de vida do habitante do interior do estado do Rio de Janeiro, foi diretora-adjunta do Museu de Artes e Tradições Populares. Escreveu os seguintes livros infantis: Histórias que o vento escreve, Planta d’água e O dia do arco-íris. Aposentou-se do Jornalismo em 1994 e iniciou pesquisa sobre a lenda do Mão de Luva, tradição do centro-norte fluminense, transformada no romance Descobertos e extravios, publicado em 1998. Em 1999, recebeu a medalha Peregrino Júnior, pela coletânea de contos reunidos sob o título de A borboleta do mato. Detentora da medalha Jubileu de Ouro da Academia Niteroiense de Letras e da comenda Ordem do Mérito Araribóia. Possui o título de Cidadã Honorária de Niterói.

 Para voltar ao índice, clique em Revista virtual.

 

 

Assine o Livro de Visitas
Leia o Livro de Visitas