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![]() Saia da gaveta (Seção destinada à divulgação de textos de autores que não possuem livro publicado). Eliana
Ruiz JimenezNasceu em São Paulo, Capital, em 27 de agosto de 1960. Com formação em Letras e em Direito, exerce a advocacia em Balneário Camboriú/SC, onde reside. Ligada a entidades de proteção ao meio ambiente, integra a Comissão de Meio Ambiente e Urbanismo da OAB e do Conselho Municipal de Meio Ambiente. Suas incursões literárias vão das crônicas, poesias livres e trovas à literatura infanto-juvenil. Tem vários trabalhos disponibilizados nos seguintes blogs: elianaruizjimenez.blogspot.com poesiaemtrovas.blogspot.com poesiasurbanasetrovas.blogspot.com O que é o presente Senão o vão momento Que o passado já engoliu? O que é o futuro Indelével destino Que não se pode controlar? Permita-se Sentir a brisa, Olhar o horizonte Esperar a primeira estrela. Permita-se Beijar hoje Não trabalhar Esquecer as obrigações. Permita-se Sorver um bom vinho Uma boa companhia, Jogar conversa fora. Permita-se Acreditar no amor, na sorte, no destino e na bondade das pessoas. Permita-se. Escritório
Escritório Sina de todo dia Multidão comprimida Na total monotonia. A porta fecha Deixando a vida lá fora O relógio é moroso E a saída demora. Presos na caverna de luxo Onde o sol não entra Onde a chuva não molha E até o ar é condicionado. Escritório Robôs de crachás Sem pensamentos, sem vontade Sem individualidade. As melhores horas De muitos dias Em troca da breve alegria Do dia dez. O muro
O muro gelado Separa a cidade De um lado a mentira E de outro a verdade. O muro mesquinho Divide o amor De um lado ele é puro No outro é dor. O muro pichado Esconde a alegria De um lado é noite De outro é dia. O muro maldito Separa os humanos De um lado carentes De outro insanos. O muro é eterno E faz parte de nós Deixando os homens Isolados, a sós. Vem e vai
É a onda que vem Vem e vai. Como a cheia do rio Que sobe e se esvai. É a lua que surge E depois se retrai. Como o homem que nasce Morre e “bye”. É o ciclo da vida Vem e vai. Como o sol que nasceu Sobe e decai. É o amor que chegou Entra e sai. Mas a dor que deixou Dói demais. Agora
Agora posso respirar E sorrir E jantar. Agora posso ir Pra um lugar Divagar. Agora posso ver O meu eu Renascer. Agora posso parar
De sonhar E lutar. Agora estou livre Para ser E vencer. Agora estou bem Para o ano Que vem. Para voltar ao índice geral, clique em Revista Virtual na coluna da esquerda acima, para voltar ao índice desta revista clique AQUI |
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